Resumo

O modelo editorial v2 (canônico, baseline do piloto) representa evolução do v1 com 5 melhorias: organização por problema biológico em vez de por SNP, módulos reordenados pela prioridade do paciente, seção de interações gênicas como diferencial competitivo, mapa de concordâncias visual (genética ↔ sintomas), e tabela master no apêndice.

Estrutura

  1. Resumo Executivo — radar visual de risco por área
  2. Análise por Sistemas — módulos por problema biológico (ex: “Inflamação” agrupa IL6+TNF+IL1B)
  3. Interações Gênicas — como variantes amplificam ou atenuam umas às outras
  4. Hipóteses Clínicas — concordâncias genótipo-fenótipo
  5. Plano de Ação — recomendações com base genética
  6. Apêndices — tabela master de todos os SNPs

Decisão-chave

Organizar por SNP individual é error-prone para o paciente (fragmenta a compreensão). Agrupar por problema biológico permite narrativa coerente: “Seu perfil inflamatório é amplificado por variantes em IL6, TNF e IL1B que, combinadas, sugerem…”

Translação

Nenhum item de translação identificado.

Questões Abertas

  • Interações gênicas epistáticas documentadas vs inferidas: como disclaimer?

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