Resumo

O manifesto expandido classifica 12 categorias de fontes de dados fisiológicos com centenas de variáveis extraíveis: (1) imagem térmica, (2) imagem óptica RGB, (3) ultrassom, (4) sinais elétricos (EEG/ECG/EMG), (5) oximetria/PPG, (6) acelerometria, (7) áudio/voz, (8) bioquímica point-of-care, (9) imagem convencional reinterpretada, (10) wearables/IoT, (11) genômica/ômica, (12) dados comportamentais/ambientais.

Síntese

O princípio unificador: o sensor é commodity, o valor está na camada de software e integração multimodal. Cada fonte de dados tem variáveis “que todo mundo extrai” e variáveis “que ninguém extrai” — o diferencial está nas segundas.

Exemplos de variáveis não-óbvias: câmera de celular como espectrofotômetro de 3 bandas (hemoglobina, bilirrubina), padrão de digitação como proxy de tremor (screening Parkinson precoce), padrão de cracking de sangue seco como marcador de estresse oxidativo, FFT de vasomotion térmico como marcador endotelial.

Os 9 princípios do manifesto destilam a filosofia: (1) sensor é commodity, (2) se é mensurável, é diagnóstico, (3) câmera do celular é 7 instrumentos, (4) integração multimodal é o produto, (5) LLM cruza camadas, (6) validação clínica por uso real, (7) LGPD nativa, (8) só interessa o que ninguém faz, (9) interpretação > exame.

Evidência

Framework conceitual com base em capacidades técnicas demonstradas individualmente na literatura.

Translação

Nenhum item de translação identificado.

Questões Abertas

  • Qual a ordem de implementação que maximiza aprendizado por investimento?
  • Como medir ROI de cada modalidade adicionada ao ecossistema?

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